
sábado, 17 de maio de 2008


quinta-feira, 8 de maio de 2008

Amizade e solidão...
A amizade está em declínio e a solidão está em ascensão. Qualquer um pode constatar isso no mundo contemporâneo. Os laços humanos tornam-se cada vez mais frágeis e efêmeros porque vivemos numa época em que tudo se “liquefaz”.
Será isso verdade?
Vivemos mesmo numa época onde tudo é efêmero e fugaz?
A era tecnológica afastou as pessoas do convívio social?
Eu penso que não.
Alias-me tenho certeza que não. Vivemos numa era de globalização econômica, mas também de globalização de sentimentos e pensamentos a fins.
A era tecnológica veio pra unir ao invés de separar, juntar corações através das telas de computadores.
Tenho constatado isso e vivenciado isso como ninguém, através dessa tela do meu PC tenho tido oportunidade de sentir emoções nunca antes sentidas ou se sentida – esquecidas.
Conheci e digo isso com garantias, conheci pessoas reais num mundo tido virtual.
Pessoas que já riram comigo e choraram...
Pessoas que falam conosco como se estivéssemos sentados em sua sala de estar, falam de seus filhos, seus maridos ou namorados, seus cães e gatos, seus medos, anseios e suas alegrias.
Tenho tido a feliz oportunidade de conhecer várias pessoas, de vários estados e creia: o amor fraternal une essas pessoas, somos unidos por um sentimento de necessidade de fazer amizade que perdure por muito tempo estamos imbuídos de um desejo de apagar o estigma da solidão em nossos corações.
Precisamos disso, precisamos acreditar que as pessoas ainda tem o dom do relacionamento afetivo entranhado em seu coração e que ninguém é uma ilha.
Decidi escrever sobre esse tema porque é assim que me sinto com relação a você meu amigo virtual.
Beijos na alma
Paz sempre em tua vida
Código do texto: T636275
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quarta-feira, 30 de abril de 2008

terça-feira, 29 de abril de 2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008
Não tenho o dom de escrever
Nem tão pouco falar de amor
Tenho me reinventado a cada dia
Todos os dias
Na tentativa vã de jogar meu desespero pra fora
Através de palavras
Não sou poeta não sou nada
Só alguém desesperado tentando
Não abafar meu grito no universo de mim
Queria ter o dom de poetas
Falar em trovas e rimas
Mas que difícil minha sina
Desfio minha dor em linhas sóbrias
De sentimentos misturados e amores fracassados
Queria ser poeta
Falar de sol, de alegria de mar
Declamar um poesia em ode a Neruda
Ou a Quintana
Mas não sou poeta sendo assim vou desfiando minhas dores
E meus amores
Em qualquer canto de mim.
Rosane Silveira
quinta-feira, 10 de abril de 2008

Surpreenda-me
Surpreenda-me agora
venha até aqui sem demora
e traga contigo toda a luz
de um belo amanhecer
surpreenda-me agora
venha e traga contigo
tua saudade sem fim
teu desejo de mim
surpreenda-me agora
faça uma loucura de amor
ou muitas se assim for
surpreenda-me agora
deixe pousar em teu corpo
minhas mãos sedentas
e em tua boca meu beijo mais louco
surpreenda-me agora
vem...
mas vem sem tempo
vem sem demora
surpreenda-me agora.
Rosane Silveira
sábado, 29 de março de 2008
Orgasmo Cósmico
Como se amorosamente "amamentasse" a natureza...
Pois como conceber um criador sem sua contraparte?
É voltar às origens e à consciência de que somos “deuses”...
É dentro que aportamos com segurança.
Mas como identificar "essa embarcação?”
Autoria:Mônica (Centaura)
dado a mim com muito carinho por
uma pessoa extremamente importante pra mim
Ronaldo Adonai
quinta-feira, 27 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

sábado, 12 de janeiro de 2008

Seria o homem a sobremesa?

AUTO-FLAGELO E DEPENDÊNCIA AFETIVA
(... o medo de amar é o medo de ter que a todo o momento escolher com apreço e precisão a melhor direção...).
Será que estamos na direção certa em um relacionamento amoroso?
Será que não estamos nos doando mais do que recebendo?
Será que não estamos abrindo mão demais de nosso espaço em detrimento do outro?
Será que não estamos dando mais atenção, carinho e toda gama de entrega do que recebendo?
Será que estamos realmente felizes em tentar primeiramente fazer o outro feliz?
Será que...?
Sempre o famigerado será que?
É questões como essa que precisam ser levantadas quando começamos a nos sentir em desvantagem em uma relação, relação essa que deixa de ter dois lados iguais e a balança começa a tender mais pra um lado do que pro outro.
Creio que a balança tem que estar em nível estável de comprometimento, entrega igualdade de valores e sentimentos pra que tudo saia da melhor forma possível em um relacionamento.
A velha história do “eu amo por nós dois” ou “eu tenho tanto amor que dá pra eu e você” ou “você é importante demais pra mim” ou até mesmo a celebre frase “eu não vivo sem você” tem que começar a ser avaliado sob um prisma mais realista. Acabamos por achar que o nosso amor realmente é grande o bastante pra ser amor de um só e acabamos por acreditar que realmente aquela pessoa é de tal importância que morreríamos sem ela e ai começamos numa entrega de um só, onde começa haver as tais cadeias invisíveis e dependências afetivas.
Penso que a dependência afetiva é tão ou mais nociva que a dependência química
Vamos aceitar o fato de que a escolha entre a relação saudável ou um punhado de migalhas está em nossas mãos. Não repassemos a ninguém à responsabilidade de fazermos a nossa escolha... A nossa história!
Não repassemos o outro a responsabilidade pela nossa felicidade. Muitas das vezes vivenciamos uma relação desgastada e fora de propósito por uma série de fatores, menos pelo mais importante nosso amor – próprio.
Seguramos uma relação fracassada por vários fatores entre eles medo de solidão, interesses familiares e financeiros e isso não é bom. Sempre temos uma desculpa pra manter tal relacionamento destrutivo e doentio.
Já ouvi frases do tipo: “eu não largo meu marido por causa da casa”, também já ouvi “eu não largo por causa dos meus filhos”, já ouvi também “aturei o pior dele, porque vou largar o osso agora que ele está melhor” e assim as pessoas vão vivendo uma relação doentia e desprovida de prazer e sentimento real.
Temos que quebrar os grilhões que nos prendem a essa situação de fracasso. Focalizar nossa mente no futuro, um futuro livre de amarras de si mesmo.
Ir em frente, libertar-se e tentar fugir dessas cadeias que tanto nos aflige e nos destrói e aniquila o que de melhor temos: que é o poder de amar e a liberdade de entrega, mas principalmente liberdade de ser amado e de receber do outro o melhor que ele tem pra nos oferecer – ele mesmo, de forma plena, uma entrega total onde todos ganham.
Rosane Silveira
Código do texto: T813665
terça-feira, 8 de janeiro de 2008

terça-feira, 13 de novembro de 2007





